O esboço é metade do texto

Eu sempre faço esquemas muito extensos,nos quais eu primeiro numero minhas notas, as páginas numeradas 1, 2, o que seja. Depois eu faço um esboço com referências na parte em particular das notas, de onde isso vem. Quando eu comecei a escreve quando adolecente, sobre os astronautas, eu tinha um esboço escolar de 300 páginas com o algarismo romano I e então a maiúscula arábica A e assim por diante. E creio que esta seja a melhor maneira de fazê-lo, pois com o esboço você já tem metade do texto. Sua organização se torna, no final, crucial e realmente economiza muito tempo.

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O Milagre do 528 Hz Solfejo e os Números de Fibonacci

A Luz é Invencível

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Tons de solfejo criam músicas que acalmam a mente hiperativa e nos conecta com o divino, de acordo com o Dr. Leonard Horowitz, 528 Hertz é uma frequência que é central para a “matriz matemática musical de criação”, mais do que qualquer som descoberto anteriormente é a “frequência do AMOR” que ressoa em todos corações, ele conecta seu coração, sua essência espiritual à realidade em espiral do céu e da Terra.

A frequência do amor é o “Milagre” a nota original da escala musical de Solfejo, confirmada por pesquisadores independentes, essas frequências criativas centrais foram utilizadas pelos antigos sacerdotes e curandeiros em civilizações avançadas para manifestar milagres e produzir bênçãos.

O cientista matemático Victor Showell descreve o 528 Hz como fundamental para o Phi e a razão de ouro evidente em toda concepção natural, Vic Showell e John Stuart Reid (um pioneiro na pesquisa acústica e medições cymatic)…

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A Vida Examinada

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Por que damos valor a uma vida?

Valor real da vidaQuando eu uso a palavra inteligência, eu me refiro à capacidade computacional humana, que pode funcionar bem ou não tão bem. Logo, todos os seres humanos têm uma inteligência linguística, mas algumas pessoas aprendem linguagens com facilidade e podem ser bem poéticas e falar muito articuladamente e complexamente. Logo, elas têm uma inteligência linguística muito forte. É igual com a inteligência corporal ou musical. Quando usamos a palavra criatividade, não estamos falando apenas sobre alguém que é bom em alguma coisa, estamos falando sobre alguém que está usando as habilidades de forma inovadora. Então, podemos ter duas pessoas que são igualmente boas em linguagem,mas uma delas escreve ótimas poesias e romances e a outra só fala muito bem e entende muito bem. Eu chamaria a pessoa que faz as coisas com criatividade de inovadora, e quanto à pessoa que simplesmente faz muito bem o que os outros fazem, eu chamaria essa pessoa de inteligente ou de expert. O outro ponto é que a sua criatividade depende muito da cultura na qual você vive. Através da maior parte da nossa história, nós matávamos as pessoas que eram criativas. Nós simplesmente atirávamos nas pessoas que faziam as coisas diferentemente, ou as jogávamos no abismo. Mas agora, na sociedade moderna, nós honramos as pessoas que são criativas. Mas agora, quando você usa, nos Estados Unidos, o nome Vale do Silício ou Hollywood, isso é uma abreviação para dizer que essas pessoas usam sua inteligência com criatividade. Mas, como eu digo, na maioria das culturas, historicamente, só queríamos que as pessoas fossem experts. Não queríamos inovação ou novos usos para as habilidades.

Peter Singer

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A ingnorância do argumentador

Base para os pensamentos e perguntas sobre a ingnorância do argumentador

François Fénelon

A ingnorancia de algumas pessoas me leva a pensar o que de fato elas pensam, porquer simplismente adquirir um argumento ou critica sem mesmo critica-la ou argumentar com argumento proprio, será uma forma de ingnorancia a si e ao seu pensamento?! Por que discordar de um fato que levava a acreditar em pensamentos alheio na qual argumentar tal critica contruida pela outra pessoa. As vezes fico pensando o porque deles agirem desse modo, tentado a entender o que de fato agem dessa forma, o que leva a adquirir o argumento do argumentador sem antes argumetar tais fatos a ponto de achar que os fatos se condiz com sua proprias conclusões pensantes ?! Será que é pelo fato desses argumentador serem pessoas com influencias presentes?…

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Buscando a felicidade

imagesA felicidade é uma coisa que acontece com a gente, me parece. Não é algo que provocamos apenas pela força do desejo, pois se provocássemos a felicidade apenas  pela força do desejo, todos nós seríamos felizes para sempre. Todos nós conhecemos esses momentos aflitivos, como quando organizamos nossas férias com os melhores amigos. Escolhemos a mais bela casa à beira-mar, a melhor localização,a melhor estação, os melhores amigos, e então, por uma série de acasos infelizes, as férias são uma catástrofe. Os amigos são odiosos, o tempo está chuvoso, como acontece com frequência na França, o mar  está agitado, a casa tem muitos defeitos e, 15 dias depois, todos vão embora aborrecidos jurando nunca mais se encontrar nas semanas seguintes. Ao contrário, todos nós já tivemos a experiência dessas festas que esperamos com certa apreensão, com pessoas que não conhecemos ou de que não gostamos muito e,  pelo milagre de uma fusão, de uma correspondência, acaba sendo uma festa maravilhosa, onde alguma coisa, um fluido passa entre os convivas. Parece-me que, do mesmo modo, nós temos a possibilidade, como indivíduos livres, de afastar de nós as adversidades que podem nos acontecer. A sabedoria nos recomenda não nos atirarmos sob as rodas de um automóvel, não nos pendurarmos na janela do 15º andar, não engolir qualquer coisa à mesa, não beber a água da sarjeta, em respeito à nossa saúde, mas, por outro lado, nunca temos a possibilidade de e fabricar nossa felicidade a partir de coisa alguma. Em outras palavras, me parece que a felicidade, e ela existe, depende de uma noção religiosa que provavelmente deve ser adaptada aos nossos tempos seculares, ela depende da graça. Parece-me que a felicidade é um pouco análoga à visitação de uma providência simpática, de um espírito feliz que, durante algumas horas, alguns dias, alguns meses, nos inunda com seus benefícios. E então, um dia, sem nos darmos conta, ela se vai e nos deixa, evidentemente, em um estado de grande nostalgia, na esperança de que ela volte. Eu diria: “deixemos ao acaso o cuidado de organizar nossos momentos de felicidade, deixemos à nossa sensibilidade a inteligência de reconhecer a felicidade quando ela chega, a deixemos à nossa prudência o cuidado de evitar as infelicidades quando elas passam por perto. Gostaria de concluir com um poema curto de um alemão do século 15, que li uma vez, mas nunca encontrei o nome e nem o menor rastro dele. Eis o poema: “Nasci não sei quando, estou aqui e não sei por que, vou para não sei onde, e no entanto, inexplicavelmente, eu sou feliz”.

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Criatividade X Inteligencia

Criatividade X Inteligência

Criatividade X Inteligência

Quando eu uso a palavra inteligência, eu me refiro à capacidade computacional humana, que pode funcionar bem ou não tão bem. Logo, todos os seres humanos têm uma inteligência linguística, mas algumas pessoas aprendem linguagens com facilidade e podem ser bem poéticas e falar muito articuladamente e complexamente. Logo, elas têm uma inteligência linguística muito forte. É igual com a inteligência corporal ou musical. Quando usamos a palavra criatividade, não estamos falando apenas sobre alguém que é bom em alguma coisa, estamos falando sobre alguém que está usando as habilidades de forma inovadora. Então, podemos ter duas pessoas que são igualmente boas em linguagem, mas uma delas escreve ótimas poesias e romances e a outra só fala muito bem e entende muito bem. Eu chamaria a pessoa que faz as coisas com criatividade de inovadora, e quanto à pessoa que simplesmente faz muito bem o que os outros fazem, eu chamaria essa pessoa de inteligente ou de expert. O outro ponto é que a sua criatividade depende muito da cultura na qual você vive. Através da maior parte da nossa história, nós matávamos as pessoas que eram criativas. Nós simplesmente atirávamos nas pessoas que faziam as coisas diferentemente, ou as jogávamos no abismo. Mas agora, na sociedade moderna, nós honramos as pessoas que são criativas. Mas agora, quando você usa, nos Estados Unidos, o nome Vale do Silício ou Hollywood, isso é uma abreviação para dizer que essas pessoas usam sua inteligência com criatividade. Mas, como eu digo, na maioria das culturas, historicamente, só queríamos que as pessoas fossem experts. Não queríamos inovação ou novos usos para as habilidades.

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